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Atitude saudável
15/07/2019 Inverno: confira os cuidados necessários com a pele

Umidade do ar fica mais baixa, o vento mais forte, o sol mais intenso e a temperatura mais fria. Estas são características do inverno, mas também um alerta para os cuidados necessários para manter a saúde da pele.

Inverno: confira os cuidados necessários com a pele

Diante das características da atual estação o corpo quanto o rosto podem ficar ressecados e até os pés sentem com as rachaduras. Além do frio e da baixa umidade, com o vento mais forte as pessoas não sentem tanto a presença dos raios solares, que também causa danos a pele.

Por isso, é preciso tomar alguns cuidados. Tomar água constantemente para hidratar o corpo e passar hidratante para evitar o ressecamento da pele é a primeira dica. Não deixar de usar o filtro solar diariamente, mesmo em dias nublados, é outra dica. Mas tem mais, como evitar banhos quentes. A alta temperatura da água deixa a pele mais ressecada, tirando a camada natural de gordura da pele.

Doenças de pele comuns no inverno

Dermatite atópica

Doença genética, crônica e que apresenta pele seca, erupções que coçam e crostas. Seu surgimento é mais comum nas dobras dos braços e da parte de trás dos joelhos. Não é uma doença contagiosa. Podem-se tocar as lesões à vontade que não há nenhum risco de transmissão.

A dermatite atópica pode também vir acompanhada de asma ou rinite alérgica, porém, com manifestação clínica variável. A característica principal da doença é uma pele muito seca que leva a ferimentos, além de outros sintomas, como, por exemplo: áreas esfoladas causadas por coceira, alterações na cor, vermelhidão ou inflamação da pele ao redor das bolhas.

Psoríase

A doença se manifesta por lesões cutâneas, geralmente como placas avermelhadas, espessas, bem delimitadas, com descamação. Pode surgir em qualquer local do corpo, principalmente no couro cabeludo, cotovelos e joelhos. Existem várias formas de manifestação da doença, sendo a mais frequente a psoríase em placa, que ocorre em 80% a 90% dos pacientes.

Fonte: Ministério da Saúde

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